Litoral
No litoral, a maré é o fator mais importante da pesca. Ela define quando o peixe se alimenta, quanto alimento traz e a intensidade da correnteza.
A maré altera o habitat inteiro do litoral. Quando a maré sobe, ela traz água fresca do oceano cheia de alimento e traz o peixe para dentro dos estuários e canais. Quando a maré desce, o peixe volta para o mar aberto. Essa mudança é o que define a atividade.
Para predadores costeiros como o robalo, a correnteza da maré é essencial: eles se alimentam quando há água em movimento, porque é o movimento que traz a presa.
Você não precisa de equipamento: a previsão de maré da sua região mostra os horários de cheia e baixa. O app MeuGuia Pesca considera a maré no cálculo do índice para as cidades litorais.
Planeje chegar cerca de 1 a 2 horas antes da maré cheia e pescar até a maré começar a descer.
A correnteza da maré cheia é uma faca de dois gumes. Ela traz alimento, mas também joga o equipamento e aumenta o risco de arrastão. Para segurança:
A melhor janela é a maré enchendo até a máxima, e de preferência pela manhã ou no fim da tarde, quando a água está mais fresca. Evite a maré baixa.
Porque a maré cheia traz água do oceano com bastante alimento e cria correnteza. Os predadores costeiros como o robalo se alimentam na correnteza, então nesse período estão mais ativos.
Geralmente não para predadores. Na maré baixa, o peixe recua para o mar aberto e a atividade cai. Exceções: em enseadas muito abrigadas e na pesca de peixes de areia, a maré baixa pode ser boa. Mas para robalo e outros peixes costeiros, evite.
Para pescar com segurança na correnteza da maré cheia, sim: linha mais forte, lombada e, idealmente, companhia. Se você está começando, escolha enseadas abrigadas onde a correnteza é leve.